segunda-feira, 30 de março de 2009

CURANTUR - Ind. Medicam. Veterinários

Tenho imenso prazer em divulgar neste espaço a CURANTUR, industria de medicamentos veterinários, do Dr.Adriano Echevarne.
Produção com orientação ecológica, não contaminando o ambiente, com uma diversificada linha de produtos, desde pet a animais de produção.
São fabricados na CURANTUR 22 produtos em tres linhas: Fecunditas, Lactans, Lócus. Fitoterápicos, homeopatia, embalágens retornáveis e plasticos biodegradáveis.

Para visualizar o perfil de CURANTUR,clique em:
http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=12982861148782272448&mt=2

Para visitar a página do Dr.Adriano Echevarne, clique em:
http://www.echevarne.com.br

SABERES NECESSARIOS

Disse Paulo Freire no livro Pedagogia da Autonomia: ensinar exige humildade, tolerancia, e luta em defesa dos direitos dos educadores.

Se há algo que os educandos precisam saber, desde a mais tenra idade, é que a luta em favor do respeito aos educadores e à educação inclui que a briga por salários menos imorais é um dever irrecusável e não só um direito deles. A luta dos professores em defesa de seus direitos e da sua dignidade deve ser entendida como um momento importante de sua prática docente, enquanto prática ética. Não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que dela faz parte. O combate em favor da dignidade da prática docente é tão parte dela mesma quanto dela faz parte o respeito que o professor deve ter à identidade do educando, à sua pessoa, a seu direito de ser. Um dos piores males que o poder público vem fazendo a nós, no Brasil, historicamente, desde que a sociedade brasileira foi criada, é o de fazer muitos de nós correr o risco de, a custo de tanto descaso pela educação pública, existencialmente cansados, cair no indiferentismo faalistamente cínico que leva ao cruzamento dos braços. "Não há o que fazer! é o discurso acomodado que não podemos aceitar.

O meu respeito de professor à pessoa do educando, à sua curiosidade, à sua timidez, que não devo agravar com procedimentos inibidores exige de mim o cultivo da humildade e da tolerância. Como posso respeitar a curiosidade do educando se, carente da humildade e da real compreensão do papel da ignorância na busca do saber, temo revelar o meu desconhecimento? Como ser educador, sobretudo numa perspectiva progressista, sem aprender, com maior ou menor esforço, a conviver com os diferentes? Como ser educador, se não desenvolvo em mim a indispensavel amorosidade aos educandos com quem me comprometo e ao próprio processo formador de que sou parte? Não posso desgostar do que faço sob pena de não fazê-lo bem. Desrespeitando como gente no desprezo a que é relegada a prática pedagógica não tenho por que desamá-la e aos educandos. Não tenho por que exercê-la mal. A minha resposta à ofensa à educação é a luta politica consciente, crítica e organizada contra os ofensores. Aceito até abandoná-la, cansado, à procura de melhores dias. O que não é possivel é, ficando nela, aviltá-la com o desdém de mim mesmo e dos educandos.

Uma das formas de luta contra o desrespeito dos poderes públicos pela educação, de um lado, é a nossa recusa a transformar nossa atividade docente em puro bico, e de outro, a nossa rejeição a entendê-la e a exercê-la como prática afetiva de "tias e de tios".

É como profissionais idôneos - na competência que se organiza politicamente está talvez a maior força dos educadores - que eles devem ver-se a si mesmos. é neste sentido que os órgãos de classe deveriam priorizar o empenho de formação permanente dos quadros do magistério como tarefa altamente política e repensar a eficácia das greves. A questão que se coloca, obviamente, não é parar de lutar mas, reconhecendo-se que a luta é uma categoria histórica, reinventar a forma também histórica de lutar. (Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia, Ed.Paz e Terra)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Recomeçando com força máxima

Vamos movimentar este espaço, torná-lo cada vez mais informativo, útil e acessível para todos.
Aguardem!