sábado, 26 de dezembro de 2009

Filosofando M
M de MUDANÇA... Para um Feliz 2010!
Todo Ano Novo ouvimos falar em mudança, mas poucas pessoas mudam realmente.
Será que lembramos do que pedimos quando pulamos as sete ondas no início de 2009? Será que lembramos dos pedidos enquanto comemos as uvas e jogamos as cascas para trás?
Todo ano novo faço isto, toda entrada de ano me visto de branco ou com a cor do orixá, enfim, para mudar mesmo é preciso atitude, vontade de, porque mudar para melhor é louvável.
Pese os prós e os contras à mudança pretendida! E mãos à obra!
Mudar dá trabalho, mudar é difícil, por isto temos muitas vezes a sensação de que todo ano é igual, é sempre a mesma coisa, então faça diferente e faça a diferença!
Mudar vai trazer certo transtorno, fazer aquele curso sonhado pode te deixar com a grana mais curta, mas depois haverá o retorno, virão as compensações, novas oportunidades, então procure sempre o melhor para você!
Lembre sempre: você é responsável por suas escolhas!
As oportunidades não baterão na sua porta, então procure seu caminho e para sucesso no seu futuro não espere que o acaso dirija você!
Faça 2010 acontecer!
Deixe para trás o que deu errado e realize seus sonhos, seus planos, ACREDITE você saberá como! Confie em si mesmo!
Desejo um 2010 de muita Saúde, Paz e Prosperidade para a realização dos teus projetos de Amor, Trabalho e Lazer e tudo o que mais quiser em direção a sua felicidade!
Kelly Ribeiro Jordão

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Para esclarecimento:

O funcionalismo Publico nao possui FUNDO DE GARANTIA, porque nao é regido pela CLT. Portanto a licença prêmio é a uma conquista das categorias cujos funcionários, ao se aposentarem, não recebem o Fundo de garantia (FGTS). Por favor divulguem isso para serem justos, pois a população nao sabe disso, nao faz esta distinção. Quando os meios de comunicação detonam a Licença Premio como uma "mamata", jogam a opinião publica contra o funcionalismo, que por desconhecimento crucificam os funcionários públicos.

Estamos vivendo (funcionalismo público) um massacre por parte do governo e da população, manipulada pela RBS que entra na casa de todos informando o que bem entende e da maneira que interessa ao governo.

Já tive orgulho de fazer parte desse grupo (funcionalismo) , mas hoje me sinto aviltada em meus direitos. Inclusive sinto a hostilidade das pessoas por ter uma carreira na qual ingressei através de concurso público e na qual cumpro minha função. Não entrei através de favor de ninguém, foi por mérito meu, portanto me revolto e entristeço a cada dia vendo Lasier Martins e CIA ajudando a acabar com nossas carreiras.

Os altos salários do executivo, os planos de carreira de quem ganha 10, 20 x mais que um professor ou brigadiano são questionados? Podemos meter a colher e decidir a vida profissional destas pessoas?
TIREM AS MÃOS DAS MINHAS CONQUISTAS!
MEU PLANO DE CARREIRA É A MINHA DIGNIDADE!
Não temos acesso às casas das pessoas através da TV, mas podemos contar com sua ajuda para divulgar este email. Por favor repassem à sua lista de amigos.
Muito obrigada por ajudar a fazer este esclarecimento.
Adriani Finger
Professora Estadual

domingo, 1 de novembro de 2009

Filosofando T

Taperas
PAULO MENDES*
E-mail: pmendes@correiodopovo.com.br

A tapera é uma imagem e um sentimento, transpira cheiro de ausências. Dorme entre as coivaras, ervas daninhas e madeiras apodrecidas. Há, ao derredor dessas moradas abandonadas, uma infinidade de restos de vidas esquecidas. Em meio ao carquejal, o campeiro mira, desgostoso, um quadro de cores desbotadas, de decadência. Lugares que parecem um andrajo que suspira faminto, insone e louco, errando no vazio e no tempo que se esvai lentamente, acuando baixo como cachorro perdido no corredor. As taperas deixam pequenos vestígios nos fundões de campo, nos ermos, numa volta de rio, ruínas secas de almas. Perdido, um tijolo tapado de musgo, mais além, riscos de casas, pés de laranjeiras, um pessegueiro, um limoeiro ao lado do açude e, alguns metros acima da casa, perto de onde ficava a mangueira, um poste imponente, o velho palanque de amansar potros. Um quero-quero fez ninho no piquete ao lado. Em cima do moirão, um joão-de-barro ergueu sua casa redonda de terra vermelha. A antiga estrada de chão batido só é reconhecida pela grama rasteira, miúda, as barbas-de-bode e os caraguatás.
Taperas são metáforas dos homens e suas vidas. Nesses rincões estão os restos de quem não teve nada, ou de quem teve muito e perdeu tudo. São os sinais do tempo rodando, o eterno círculo se fechando, o retornar a si mesmo. São espécies de fotografias rotas a provar que o presente sempre é engolido pelo pretérito. A certeza messiânica de que o futuro será sempre o segundo seguinte, tudo num vaivém frenético do tempo, esse carrasco que se transforma inexoravelmente em nosso verdugo fatal. Olhando essas taperas perdidas nos bambuzais, tem-se logo a impressão da temporalidade humana, a certeza da finitude atávica que carregamos na garupa. Aí é inevitável questionar a arrogância desses senhores, com suas almas e corações sombrios. Será que nunca viram uma tapera? Ou olharam, mas não enxergaram?
Sorvo mais um mate dessa erva buena do Alto Uruguai. Se a vida me veio corcoveando, tentei amansá-la, dei tironaços, encurtei o cabresto, apertei a cincha, alisei de baixo, sentei xergões de lã, montei devagar, despacito, rezando sempre as ave-marias e os padre-nossos. Agora, aqui estou, pronto, de coração estreleiro, trouxe a tropa da vida cansada, mas não perdi nenhuma rês pelo caminho. Ficaram estirados sobre o poncho do pampa, pedaços de minha alma missioneira e caborteira que se transformam, neste arremate, numa cerração de saudade. Largo a cuia e saio a caminhar para sentir o vento outonal do meu rincão e ouvir a orquestra da bicharada no banhado. Olho para minha imagem refletida na sanga. Vejo uma cara enrugada, envelhecida e solita. Quase tapera.

*Jornalista e mestre em
Literatura Brasileira

sábado, 24 de outubro de 2009

Filosofando A

Estou bem contente com o convite para colaborar com o blog da Gente, penso que é um espaço voltado a educação, no entanto bastante eclético com vários assuntos correlacionados e outros de notícias, lazer, então posso repartir as coisas que chegam até as minhas mãos, trechos de algumas leituras, pensamentos, poesia e é claro todos com o seu devido crédito, para provocar o pensamento e sentimentos, sujeito a comentários e quem sabe até um debate?
Filosofando A, começando pela letra A de...
Aprender com toda GENTE

Regra é da vida que podemos, e devemos, aprender com toda gente. Há coisas da seriedade da vida que podemos aprender com charlatães e bandidos, há filosofias que nos ministram os estúpidos, há lições de firmeza e de lei que vêm no acaso e nos que são do acaso. Tudo está em tudo. Em certos momentos muito claros de meditação, como aqueles em que, pelo princípio da tarde, vagueio observante pelas ruas, cada pessoa me traz uma notícia, cada casa me dá uma novidade, cada cartaz tem um aviso para mim. Meu passeio é calado é uma conversa contínua, e todos nós homens, casas, pedras, cartazes e céu, somos uma grande multidão amiga, acotovelando-se de palavras na grande procissão do Destino.

O autor é Fernando Pessoa, poeta português e um grande pensador, da seleção de pensamentos do Livro do Desassossego.

domingo, 19 de julho de 2009

dando um tempo

Falo muito, falo "pelos cotovelos", uso as palavras demasiadamente. Acho que digo tudo o que quero, o que preciso e o que não preciso também, mas uso a voz para isso. Quando chego aqui dá uma baita preguiça de repetir o que já disse então vou dar um tempo, sair do ar, não escreverei mais nenhuma linha, vou seguir falando e falando e falando...

sábado, 4 de abril de 2009

Um antídoto... foi necessário descontaminar...


...depois do último post devolvo ao blog o seu estado de saúde de sempre...ufa!

Parabéns aos colorados!


Tenho que reconhecer que a homenagem deles é merecedora de divulgação neste Blog de GREMISTA.

Que idéia do Prof.Marco André!!!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Feliz Páscoa!


A Páscoa Quando eu era criança não entendia muito bem a Páscoa. Só adorava procurar os ovinhos de chocolate que o coelhinho escondia. Mas, o que tem a ver coelho com ovos, seus símbolos, com a ressurreição de Jesus ou a fuga dos hebreus do Egito comandada por Moisés? Agora sei qual a relação de tudo isto. Os ovos são o símbolo do nascimento. Ali dentro, uma vida por vir ao mundo. É o eterno milagre da vida que renasce todos os dias. O coelho é o animal que se reproduz com uma velocidade estonteante, é uma ode à família, uma declaração de amor que a natureza faz todos dias. Renascer é nascer, somos nós mesmos que renascemos nos nossos filhos, é a vida que se pereniza na prole.A fuga dos hebreus é o fim da escravidão de uma povo. A escravidão equivale à morte, escravizar equivale a tirar a vontade e a alma de alguém, equivale a tirar sua vida. Se libertar da escravidão é viver de novo, é renascer, é estar sempre começando tudo de novo. Por fim, Jesus é a ressurreição. Quer prova mais clara do que digo? Este eterno milagre que nos encanta é o milagre da vida que a Páscoa nos relembra. A Páscoa é a ressurreição das nossas almas. Este é o dia de renascer, começar tudo de novo. De nos libertamos do mal que corrompeu nossas almas e nos recobrirmos com o véu da pureza da alma que tivemos um dia. Abandonar tudo o que é velho e antigo e olhar pra frente com coragem. Nos dedicarmos à vidacomo quem sorve o sumo de um fruto saboroso. Hoje é dia de renascer. Feliz Páscoa!

Mensagem que recebi da equipe da 12ª CRE

Blog dos alunos

O Blog Simoes Lopes News está no segundo ano de atividade e atualmente com uma nova proposta, que por enquanto não estou autorizada divulgar, segundo uma conversa informal com os seus editores, que orgulhosamente informo que são meus alunos da 8ª série, Matheus Nascente e Gabriel Pinheiro.

Nesta última semana os blogueiros lançaram uma intensa campanha de divulgação na escola através de cartazes e gentis convites entregues diretamente aos professores.

O Blog está aberto a participação de todos os colegas e professores.
Colegas! Participem, eles aguardam nossas contribuições!
Vamos aprender muito com eles, garanto!
Acesse o blog dos guris aqui:
ou aqui

segunda-feira, 30 de março de 2009

CURANTUR - Ind. Medicam. Veterinários

Tenho imenso prazer em divulgar neste espaço a CURANTUR, industria de medicamentos veterinários, do Dr.Adriano Echevarne.
Produção com orientação ecológica, não contaminando o ambiente, com uma diversificada linha de produtos, desde pet a animais de produção.
São fabricados na CURANTUR 22 produtos em tres linhas: Fecunditas, Lactans, Lócus. Fitoterápicos, homeopatia, embalágens retornáveis e plasticos biodegradáveis.

Para visualizar o perfil de CURANTUR,clique em:
http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=12982861148782272448&mt=2

Para visitar a página do Dr.Adriano Echevarne, clique em:
http://www.echevarne.com.br

SABERES NECESSARIOS

Disse Paulo Freire no livro Pedagogia da Autonomia: ensinar exige humildade, tolerancia, e luta em defesa dos direitos dos educadores.

Se há algo que os educandos precisam saber, desde a mais tenra idade, é que a luta em favor do respeito aos educadores e à educação inclui que a briga por salários menos imorais é um dever irrecusável e não só um direito deles. A luta dos professores em defesa de seus direitos e da sua dignidade deve ser entendida como um momento importante de sua prática docente, enquanto prática ética. Não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que dela faz parte. O combate em favor da dignidade da prática docente é tão parte dela mesma quanto dela faz parte o respeito que o professor deve ter à identidade do educando, à sua pessoa, a seu direito de ser. Um dos piores males que o poder público vem fazendo a nós, no Brasil, historicamente, desde que a sociedade brasileira foi criada, é o de fazer muitos de nós correr o risco de, a custo de tanto descaso pela educação pública, existencialmente cansados, cair no indiferentismo faalistamente cínico que leva ao cruzamento dos braços. "Não há o que fazer! é o discurso acomodado que não podemos aceitar.

O meu respeito de professor à pessoa do educando, à sua curiosidade, à sua timidez, que não devo agravar com procedimentos inibidores exige de mim o cultivo da humildade e da tolerância. Como posso respeitar a curiosidade do educando se, carente da humildade e da real compreensão do papel da ignorância na busca do saber, temo revelar o meu desconhecimento? Como ser educador, sobretudo numa perspectiva progressista, sem aprender, com maior ou menor esforço, a conviver com os diferentes? Como ser educador, se não desenvolvo em mim a indispensavel amorosidade aos educandos com quem me comprometo e ao próprio processo formador de que sou parte? Não posso desgostar do que faço sob pena de não fazê-lo bem. Desrespeitando como gente no desprezo a que é relegada a prática pedagógica não tenho por que desamá-la e aos educandos. Não tenho por que exercê-la mal. A minha resposta à ofensa à educação é a luta politica consciente, crítica e organizada contra os ofensores. Aceito até abandoná-la, cansado, à procura de melhores dias. O que não é possivel é, ficando nela, aviltá-la com o desdém de mim mesmo e dos educandos.

Uma das formas de luta contra o desrespeito dos poderes públicos pela educação, de um lado, é a nossa recusa a transformar nossa atividade docente em puro bico, e de outro, a nossa rejeição a entendê-la e a exercê-la como prática afetiva de "tias e de tios".

É como profissionais idôneos - na competência que se organiza politicamente está talvez a maior força dos educadores - que eles devem ver-se a si mesmos. é neste sentido que os órgãos de classe deveriam priorizar o empenho de formação permanente dos quadros do magistério como tarefa altamente política e repensar a eficácia das greves. A questão que se coloca, obviamente, não é parar de lutar mas, reconhecendo-se que a luta é uma categoria histórica, reinventar a forma também histórica de lutar. (Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia, Ed.Paz e Terra)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Recomeçando com força máxima

Vamos movimentar este espaço, torná-lo cada vez mais informativo, útil e acessível para todos.
Aguardem!