sábado, 26 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Para esclarecimento:
Estamos vivendo (funcionalismo público) um massacre por parte do governo e da população, manipulada pela RBS que entra na casa de todos informando o que bem entende e da maneira que interessa ao governo.
Já tive orgulho de fazer parte desse grupo (funcionalismo) , mas hoje me sinto aviltada em meus direitos. Inclusive sinto a hostilidade das pessoas por ter uma carreira na qual ingressei através de concurso público e na qual cumpro minha função. Não entrei através de favor de ninguém, foi por mérito meu, portanto me revolto e entristeço a cada dia vendo Lasier Martins e CIA ajudando a acabar com nossas carreiras.
Os altos salários do executivo, os planos de carreira de quem ganha 10, 20 x mais que um professor ou brigadiano são questionados? Podemos meter a colher e decidir a vida profissional destas pessoas?
TIREM AS MÃOS DAS MINHAS CONQUISTAS!
MEU PLANO DE CARREIRA É A MINHA DIGNIDADE!
Não temos acesso às casas das pessoas através da TV, mas podemos contar com sua ajuda para divulgar este email. Por favor repassem à sua lista de amigos.
Muito obrigada por ajudar a fazer este esclarecimento.
Adriani Finger
Professora Estadual
domingo, 1 de novembro de 2009
Filosofando T
Taperas |
sábado, 24 de outubro de 2009
Filosofando A
sábado, 22 de agosto de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
dando um tempo
quinta-feira, 23 de abril de 2009
24 de abril - Greve geral nacional pelo piso salarial
quarta-feira, 8 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
Parabéns aos colorados!
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Feliz Páscoa!
A Páscoa Quando eu era criança não entendia muito bem a Páscoa. Só adorava procurar os ovinhos de chocolate que o coelhinho escondia. Mas, o que tem a ver coelho com ovos, seus símbolos, com a ressurreição de Jesus ou a fuga dos hebreus do Egito comandada por Moisés? Agora sei qual a relação de tudo isto. Os ovos são o símbolo do nascimento. Ali dentro, uma vida por vir ao mundo. É o eterno milagre da vida que renasce todos os dias. O coelho é o animal que se reproduz com uma velocidade estonteante, é uma ode à família, uma declaração de amor que a natureza faz todos dias. Renascer é nascer, somos nós mesmos que renascemos nos nossos filhos, é a vida que se pereniza na prole.A fuga dos hebreus é o fim da escravidão de uma povo. A escravidão equivale à morte, escravizar equivale a tirar a vontade e a alma de alguém, equivale a tirar sua vida. Se libertar da escravidão é viver de novo, é renascer, é estar sempre começando tudo de novo. Por fim, Jesus é a ressurreição. Quer prova mais clara do que digo? Este eterno milagre que nos encanta é o milagre da vida que a Páscoa nos relembra. A Páscoa é a ressurreição das nossas almas. Este é o dia de renascer, começar tudo de novo. De nos libertamos do mal que corrompeu nossas almas e nos recobrirmos com o véu da pureza da alma que tivemos um dia. Abandonar tudo o que é velho e antigo e olhar pra frente com coragem. Nos dedicarmos à vidacomo quem sorve o sumo de um fruto saboroso. Hoje é dia de renascer. Feliz Páscoa!
Mensagem que recebi da equipe da 12ª CRE
Blog dos alunos
Nesta última semana os blogueiros lançaram uma intensa campanha de divulgação na escola através de cartazes e gentis convites entregues diretamente aos professores.
O Blog está aberto a participação de todos os colegas e professores.
segunda-feira, 30 de março de 2009
CURANTUR - Ind. Medicam. Veterinários
Produção com orientação ecológica, não contaminando o ambiente, com uma diversificada linha de produtos, desde pet a animais de produção.
São fabricados na CURANTUR 22 produtos em tres linhas: Fecunditas, Lactans, Lócus. Fitoterápicos, homeopatia, embalágens retornáveis e plasticos biodegradáveis.
Para visualizar o perfil de CURANTUR,clique em:
http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=12982861148782272448&mt=2
Para visitar a página do Dr.Adriano Echevarne, clique em:
http://www.echevarne.com.br
SABERES NECESSARIOS
Se há algo que os educandos precisam saber, desde a mais tenra idade, é que a luta em favor do respeito aos educadores e à educação inclui que a briga por salários menos imorais é um dever irrecusável e não só um direito deles. A luta dos professores em defesa de seus direitos e da sua dignidade deve ser entendida como um momento importante de sua prática docente, enquanto prática ética. Não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que dela faz parte. O combate em favor da dignidade da prática docente é tão parte dela mesma quanto dela faz parte o respeito que o professor deve ter à identidade do educando, à sua pessoa, a seu direito de ser. Um dos piores males que o poder público vem fazendo a nós, no Brasil, historicamente, desde que a sociedade brasileira foi criada, é o de fazer muitos de nós correr o risco de, a custo de tanto descaso pela educação pública, existencialmente cansados, cair no indiferentismo faalistamente cínico que leva ao cruzamento dos braços. "Não há o que fazer! é o discurso acomodado que não podemos aceitar.
O meu respeito de professor à pessoa do educando, à sua curiosidade, à sua timidez, que não devo agravar com procedimentos inibidores exige de mim o cultivo da humildade e da tolerância. Como posso respeitar a curiosidade do educando se, carente da humildade e da real compreensão do papel da ignorância na busca do saber, temo revelar o meu desconhecimento? Como ser educador, sobretudo numa perspectiva progressista, sem aprender, com maior ou menor esforço, a conviver com os diferentes? Como ser educador, se não desenvolvo em mim a indispensavel amorosidade aos educandos com quem me comprometo e ao próprio processo formador de que sou parte? Não posso desgostar do que faço sob pena de não fazê-lo bem. Desrespeitando como gente no desprezo a que é relegada a prática pedagógica não tenho por que desamá-la e aos educandos. Não tenho por que exercê-la mal. A minha resposta à ofensa à educação é a luta politica consciente, crítica e organizada contra os ofensores. Aceito até abandoná-la, cansado, à procura de melhores dias. O que não é possivel é, ficando nela, aviltá-la com o desdém de mim mesmo e dos educandos.
Uma das formas de luta contra o desrespeito dos poderes públicos pela educação, de um lado, é a nossa recusa a transformar nossa atividade docente em puro bico, e de outro, a nossa rejeição a entendê-la e a exercê-la como prática afetiva de "tias e de tios".
É como profissionais idôneos - na competência que se organiza politicamente está talvez a maior força dos educadores - que eles devem ver-se a si mesmos. é neste sentido que os órgãos de classe deveriam priorizar o empenho de formação permanente dos quadros do magistério como tarefa altamente política e repensar a eficácia das greves. A questão que se coloca, obviamente, não é parar de lutar mas, reconhecendo-se que a luta é uma categoria histórica, reinventar a forma também histórica de lutar. (Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia, Ed.Paz e Terra)
segunda-feira, 23 de março de 2009
Recomeçando com força máxima
Aguardem!


